Barriga embrulhada? Esses alimentos podem ajudar
Enjoos, azia e estômago irritado? Veja como resolver com a alimentação
Aquela sensação incômoda no estômago pode surgir de várias formas: um enjoo leve, uma queimação chata ou um mal-estar persistente. E surge a dúvida: comer vai ajudar ou piorar? Algumas pessoas são mais sensíveis a episódios de indigestão e náusea — mas há gatilhos comuns por trás do problema.
O que pode estar irritando seu estômago?
- Álcool: irrita o trato digestivo e pode causar desconforto, especialmente no dia seguinte.
- Ficar muito tempo sem comer: o estômago continua produzindo ácido, favorecendo refluxo e náusea.
- Exagerar na comida: comer demais sobrecarrega o estômago e pode fazer o ácido voltar para o esôfago.
- Alimentos problemáticos: tomate, alho, cebola, hortelã e comidas muito gordurosas podem piorar a situação, sobretudo quando combinados numa mesma refeição.
Alimentos que acalmam o estômago
- Gengibre: usado há milhares de anos, tem comprovação científica para aliviar náuseas. Pode ser consumido em chá, em balas ou num refrigerante natural de gengibre (confira o rótulo para garantir que contém o ingrediente real).
- Hortelã: reduz inchaço e desconforto abdominal e relaxa o trato digestivo. Um chá após as refeições ajuda — mas evite se você sofre de refluxo, pois pode agravar.
- Leite: tem pH próximo do neutro e forma uma película protetora no estômago; o cálcio ajuda a neutralizar o ácido. Consuma com moderação.
- Alcaçuz: o verdadeiro alcaçuz estimula a produção de muco no estômago, protegendo as paredes contra a acidez. Evite se estiver grávida ou tiver pressão alta.
- Bicarbonato de sódio: sendo alcalino, ajuda a neutralizar o ácido. Misture ¼ de colher de chá em um copo de água para um alívio rápido e caseiro.
Quando procurar um médico?
Se o desconforto for leve e ocasional, ajustes na alimentação ajudam. Mas procure orientação médica em caso de vômito frequente com dor, perda de peso sem explicação ou uso excessivo de antiácidos no dia a dia. Os sinais do corpo importam — cuidar da alimentação é um ótimo começo, mas sintomas persistentes merecem investigação.
Conteúdo informativo. Não substitui a avaliação de um profissional de saúde.

